''Por alguma razão inexplicável, apesar de todos os cacos de vidro o coração dela ainda prefere andar descalço pela vida.''
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
domingo, 2 de agosto de 2015
De Conto Em Conto
Eu já havia percebido seus olhos promíscuos ao lhe fitar, era um pecado irresistível, mas quão errado é desejar e ser desejada? Isso é tão normal, porque as coisas ficam tão diferentes quando se trata de um padre? E o que da na cabeça dessa sociedade para impor regras que vão contra as próprias leis naturais de um ser humano?
Ela já beirava os Trinta, e talvez fosse bonita, poderia muito bem a descrever aqui e melhorar sua visualização, no entanto, (qual a graça nisso?) Prefiro que tenha a liberdade de vê-la como preferir, e imagino que agora já esteja formando em sua mente uma imagem, isso é muito excitante, vou lhe ajudar com as minúcias. No canto direito de sua boca ha uma pequena pintinha marrom que quase ninguém percebe, abaixo do seu queixo um pelinho insiste em nascer, ha algum tempo parou de puxa-lo, tão sutil e gracioso que por insistência ganhou sua afeição. E talvez a parte mais bonita de seu corpo seja essa linha que percorre verticalmente suas costas até o bumbum, é sem duvidas um traço sublime desenhado a mão em um momento de êxtase.
Todavia não perderei muito tempo nisso, porque o que realmente importa nessa história esta a algumas linhas abaixo. Mas antes lhes apresento Vicente. Imagine-o como um jovem e charmoso padre sem nenhuma virtude, além é claro da dissimulação e hipocrisia que com tanto afinco carrega consigo. Vicente é o padre capelão da escola católica onde estudo. Já me encontro no ultimo ano, a um passo de me livrar de tudo isso, consigo até respirar meus ares de liberdade, é até um tanto insano dizer isso, pois mesmo estando aqui, nunca fui assim tão presa, sempre achava minhas formas de cabular aula e matar tempo por ai. E foi em um desses dias em que acordo sem querer nada com a vida, e decido que a turma não contará com minha presença, que vi algo, digamos, interessante. Caminhando com um pequeno romance de Agatha Christie em mãos, a procura de um lugar tranquilo para passar horas tentando (em vão) desvendar crimes antes de Poirot, porque tudo nessa época da minha vida é 76% mais interessante que a sala de aula.
Dirijo-me a um grande galpão cheio de moveis e coisas velhas jogadas guardadas, um pouco afastado do ressinto estudantil, conhecia bem o local pra saber que ninguém costumava ir ali, e foi por saber disso que me assustei ao ouvir barulho humano vindo de seu interior, me aproximei com cuidado e pela pequena fresta entre duas tábuas mirei a vasta escuridão, só precisei de alguns segundos para minha visão se acostumar com a pouca luz, confesso que não me surpreendi ao ver o padre Vicente e nossa professora de educação física aos amassos ali dentro, me parecia tão obvio que eu até me insultei por não ter pensado nisso antes ( o padre é um safado fingido e Beatriz uma tarada) era tão claro que os dois tinham um caso, de qualquer forma toda aquela cena me interessou mais que o livro, fiquei ali parada olhando ele puxá-la contra seu quadril enquanto lhe arrancava os beiços, seguiam um compasso frenético entre beijos e apertos, acariciava com a língua seus lábios enquanto a mão sem nenhum pudor ou resistência descia por suas cochas, lhe apertava a bunda, percorria a barriga e segurava com delicadeza seus pequenos, porém firmes, seios. Seus olhos eram como pequenos vales da perdição, e os dois adentravam um ao outro. Retirou a fina blusa que vestia a insaciável professorinha, em seguida seu top de malha, seus belos seios foram beijados, ou melhor, abocanhados, ela se contorcia de desejo e pecado, acariciava o quinto membro dele, que já rijo latejava, estimulou-o enquanto era mamada, já explodiam de desejo quando com os dois braços ele a pôs sobre algum móvel velho tirou o resto das roupas dela. Enquanto eu do lado de fora, toda úmida, observava tudo com um interesse absurdo. Ajoelhado foi beijando seus seios, barriga e virilha à medida que abria suas pernas e as colocava sobre seus ombros, osculou o sexo dela, que solto um leve gemido, com a língua que por tantas vezes emitiu sermões, Ele agora imprimia prazer, e eventualmente era esse o seu melhor uso. A pobre Beatriz se contorcia louca de excitação (por favor, tire a mão do short!). A cena a seguir revela com nitidez o ímpeto do prazer, ele fricciona sua língua rígida sobre a boceta dela, intensamente, e a um estante antes do clímax ele a preenche vigorosamente, ecoa um som agudo, solto sem intenção, que logo é abafado pela mão do sacerdote. Continua dentro dela movimentando-se deliciosamente seu pênis na cavidade encharcada da professora. Ao observar me empolgo, deixo o livro cair sobre uma superfície metálica, o que faz um barulho absurdo, sou percebida e com agilidade fujo dali ao passo que de mim escorre pela perna o liquido viscoso da perversão.
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